quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Janela


Da janela da tua alma,
Escancarada à calma maresia,
Perco-me no movimento,
Ondular do teu sentir!
Brisa leve que me acolhe,
Por inteiro no teu ser,
Asas que me elevam,
Que me fazem voar em ti,
No teu querer,
No teu saber,
No teu desejo,
Doce sabor do beijo,
Alma minha que me junta,
No disperso pensar,
No abrangente sentir,
Que faz luz na escura noite!
 
Janela, visão do teu olhar o mundo,
Imagens de mim a cada segundo,
Que me congrega como um espelho,
Que me prende na visão,
De ser e ver através dela!
 
Alberto Cuddel
06/07/2015
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