sábado, 30 de janeiro de 2016

Porque me Amava XXIII


 

… Vivemos um no outro tão intensamente, que no pouco tempo que dedicamos um ao outro, do nada, num qualquer mal entendido, numa única palavra fazemos uma verdadeira tempestade!
 
…Continuamente na tua inevitável certeza e na tua inabalável logica da realidade, insistes em destruir por uma palavra ou gesto mal-entendido a harmonia do dia a dia. Sei que não és perfeito, que existe muita pressão sobre nós, mas peço-te não faças de mim objeto, onde sistematicamente descarregas a tuas frustrações.
 
Não é por falta de amor, ou por não te conhecer, mas entende-me amor, se a frustração e o cansaço se apodera de ti, o mesmo acontece comigo, nesses momentos devemos preferir o silêncio, por forma a não atirarmos palavras um ao outro das quais nos possamos vir à arrepender.
… por me amar, por te amar, sei que momentos como estes na vida que escolhemos irão sempre existir, mas no amor que te dedico, no amor que me entregas, serão sempre ultrapassados em nós, na reflexão continua do nosso espaço e do nosso tempo.
A exigente e responsável vida comum que vivemos, acarreta em nós responsabilidades, que muitas vezes trazemos para dentro de nós mesmos, é tão fácil gerir conflitos fora de nós no nosso dia a dia, e tão complicados de gerir na nossa individualidade comum. Mas Porque me Amava, Amo-te também em mim e por mim!
M. Irene Cuddel®
 
 

 
Enviar um comentário