domingo, 19 de junho de 2016

Por três vezes…


 Por três vezes…

 

Sobem-me aos lábios duvidas estranhas

Sim, não, incertas negras montanhas,

Noites distantes, ausentes e suplicantes

Caem sob os telhados gotas brilhantes

Sentires alheios, sonhos e passos  perdidos,

E por três vezes me negas o beijo

triste e caído, dormente desejo…

 

Alberto Cuddel®


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